Como reverter problemas nas fraturas de cerâmicas?


A fractografia, ciência que estuda a superfície de fratura dos materiais, parte da premissa de que toda fratura é originada de alguma falha microscópica já existente. Dessa forma, a análise fractográfica realiza uma varredura minuciosa de todas as superfícies de fraturas geradas após a falha para identificar sua origem.


A análise fractográfica de restaurações cerâmicas não é uma tarefa simples, as peças recuperadas precisam ser estudadas de forma bastante completa microscopicamente para que nenhuma hipótese sobre a origem da falha seja descartada.


É bom lembrar que nem sempre é possível recuperar todos os pedaços fraturados e, deve-se trabalhar com réplicas feitas a partir de moldes. Uma boa limpeza das peças recuperadas e dos moldes é fundamental para que sujeiras não atrapalhem na localização da origem da falha.


O tipo de fratura mais comum é o lascamento, que pode ser reparado com resina composta, dependendo da extensão. Em restaurações com mais de um tipo de material, como as zircônias revestidas, é possível o reparo da fratura, mas isso pode ser dificultado pela necessidade de tratar as superfícies dos dois materiais caso haja exposição do coping.


Em caso de reparo, as superfícies devem ser limpas, asperizadas, caso haja exposição do coping, jateadas e só depois devem ser silanizadas e então refeitas. Já as restaurações com fratura muito grandes devem ser substituídas.


Mas tenha em mente sempre o uso racional dos materiais é a chave para o sucesso com próteses cerâmicas. O conhecimento das indicações, propriedades mecânicas e aplicabilidade é fator fundamental para realizar um bom trabalho.

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