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Pirataria de componentes protéticos














Quando a Implantodontia começava no Brasil, e os produtos estrangeiros dominavam o mercado, a cópia de componentes protéticos era uma prática bastante comum.


O tempo passou, a indústria nacional se profissionalizou, qualificou seu maquinário, formalizou sua situação junto aos órgãos competentes, e mudou seu foco para a produção de sistemas completos de implante.


Porém, ainda hoje, um grupo de pequenos fabricantes de componentes protéticos operam sem se preocupar minimamente com as regulamentações exigidas pela legislação. Lamentavelmente, alguns laboratórios de prótese também têm se dedicado a essa prática, usinando componentes por conta própria e distribuindo produtos piratas em grandes quantidades.


Ao acoplar duas peças confeccionadas por empresas diferentes e, assim, projetos diferentes entre si, o encaixe nem sempre é o adequado, com a instabilidade entre o implante e o componente protético, criam-se espaços entre as peças, maiores do que os aceitáveis.


Como se sabe, o problema da pirataria na Odontologia não se restringe aos componentes protéticos. Estima-se que 30% a 40% de todos os produtos utilizados por profissionais nos consultórios sejam irregulares.

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